quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

UM ANJO ATROPELADO

Esse lindo cachorro caiu de um carro no bairro Otto Marins e em seguida foi atropelado por uma moto.
Segundo o rapaz que socorreu o animal o  motoqueiro ainda queria bater no cachorro machucado,mas foi impedido por populares.
O lindo cachorro cerca de 5 anos e é de porte pequeno.
Segundo a veterinária Dr.Daniela Martins Maggioli o animal não teve fraturas e sera tratado com anticépticos e anti-inflamatório.
Agradeço a todos que ajudaram nesse resgate e peço que me ajudem a pagar a consulta da veterinário R$45,00.









quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

SER OU NÃO VEGETARIANO



"Um dia, comer carne de animais será pecado mortal!"

Muitas discussões são geradas sobre esse hábito que existe desde o início dos tempos.
Ser vegetariano é escolha pessoal e para muitos é muito difícil mudar hábitos alimentares.
O ideal é educar as crianças a comerem outros alimentos que não sejam derivados da carne de animais.



Protetores carnívoros

Nem todo protetor de animais é vegetariano.Mesmo sendo contraditório ,nem sempre a comida é associada ao animal e sua morte.
Dificilmente alguém verá em um churrasco apenas cadáveres de animais sendo queimados.O sabor  do alimento(animal) não é desagradável ao paladar humano e por isso a dificuldade em parar de devorar outros seres.



"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)

Uma consciência se tranquiliza no fato de não ter matado o animal com suas próprias mãos,porém não o isenta de ter contribuído para que aquela vida fosse ceifada.


Muitos dos velhos costumes vão te dizer que animais foram feitos para ser alimento,ou alguns leigos poderão perguntar o que vão comer.
Diria, que é possível uma dieta balanceada e muito saudável sem nenhum tipo de alimento de origem animal.

Por que digerir sofrimento e agonia?

Embora alguns digam que existe morte digna e sem dor,posso afirmar que nenhuma morte é digna,pois privará aquele ser da existência e consequentemente desfrutar dos prazeres nela contidos.

Superior e inferior

Na humanidade existe sempre o poder do mais forte sobre o mais fraco,ou do malvado sobre o inocente.
Todos os animais são inocentes e confiam no ser humano que muitas vezes irá traí-lo,abandonar,degolar e devorar seu corpo.
Nessa vertente ,podemos ver claramente os princípios de Deus seguidos pelo animais,que em sua inocência e fragilidade são incapazes de prever ou se defender do mal contido nos homens.

Hipocrisia

Se posso fazer uma criação de animais para comer,da mesma maneira poderia fazer de humanos,pois são feitos da mesma carne.
O que impede que nossa espécie sirva de alimento é o que chamamos de raciocínio e regras/leis da sociedade.

Mudanças de hábitos

Toda mudança de hábito é difícil,mas é precisa ter firmeza no objetivo.
Sabendo que nossa existência é efêmera e sem conhecer nosso destino final,podemos modificar hábitos que podem melhorar nossa saúde na velhice e nos dar longevidade.
Nosso organismo não foi feito para digerir carne.Elas demoram a ser digeridas.
Em geral o uso de carne como alimento causa obesidade,colesterol e outros problemas de saúde.
Reparem que todos  artistas que são vegetarianos são magros.

Alguns dos famosos que não comem carne:
Madonna
Liv Tyler 
Paul McCartney
Chris Martin
Fernanda Lima
Alanis Morissete
Avril Lavigne
Brigitte Bardot
Anthony Hopkins
Brad Pitt
Anne Hathaway
Dustin Hoffman


Comece reduzindo aos poucos a ingestão de carne e vá deletando a cada dia um pouco.
Não é fácil,mas com certeza vale muito a pena!

O fato de você se tornar vegetariano não irá fazer parar a matança de animais,mas pelo menos nenhum deles irá morrer por você!

Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.


DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS



1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem. 
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais. 

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS PREÂMBULO 

Considerando que todo o animal possui direitos; Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza; Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo; Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros; Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante; Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais, PROCLAMA-SE O SEGUINTE:

Artigo 1º Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.


Artigo 2º 1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.

Artigo 3º 1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia. Artigo

4º 1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Artigo 5º 1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.

Artigo 6º 1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Artigo 7º Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º 1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9º Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Artigo 10º 1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11º Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.

Artigo 12º 1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie. 2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13º 1.O animal morto deve de ser tratado com respeito. 2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.

Artigo 14º 1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental. 2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.


Nós da ACACI,defendemos radicalmente os direitos do animais de maneira ampla e concreta.
Exigimos igualdade de direitos e também respeito a outros tipos de vida.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

MICROCHIPAGEM:A importância da conscientização


O que é o microchip?

O microchip é um minúsculo objecto electrónico pouco maior do que um grão de arroz, que se coloca no cão através de uma injecção sub-cutânea, normalmente na região do cachaço.
O chip contém um número único, tal como o do Bilhete de Identidade de uma pessoa e pode ser lido através de um scanner.
Quando o chip é aplicado no cão (normalmente é o veterinário assistente que faz esse trabalho) o respectivo número e a identificação do proprietário do cão (nome e morada) são enviados para um organismo (SIRA), que reúne e gere esses dados.
Assim, por exemplo no caso de um cão encontrado perdido e efetuando a leitura do chip através de um scanner, operação que pode ser feita por um veterinário, é possível obter a identificação do proprietário do cão com grande facilidade e rapidez.


Há muitas vantagens em proceder à sua identificação por este processo.
Vamos resumi-las:

Facilidade de identificação do proprietário na circunstância de o cão se encontrar perdido.
Identificação inequívoca do cão em caso de roubo.
Não necessita de manutenção.
Responsabiliza o dono no caso de ele abandonar o cão.
Permite a contagem estatística do número de cães no nosso país (quando for obrigatório).

Desvantagens da aplicação do chip: nenhumas.

A microchipagem em cães e gatos tem como objetivo a identificação do animal em um cadastro único de banco de dados. O microchip é importante em casos de perda ou roubo do animal, além de ser necessário para emissão de passaporte obrigatório para os animais que vão entrar na Comunidade Européia, Japão e outros países.

O microchip é aplicado sob a pele, próximo à nuca do animal. ”É um produto completamente atóxico. A aplicação é indolor, rápida e segura”.

O microchip é revestido por um polímero bio-compatível, por isso não quebra nem migra sob a pele, oferecendo muito mais segurança ao animal. Possui um banco de dados mundial para cadastramento de animais identificados eletronicamente.

Esse banco de dados traz informações sobre o animal e o proprietário. “O cão chipado, quando encontrado, oferece dados de seu dono, como contato e endereço. Desta forma aumentam-se as chances para encontro de animais em fuga e perdidos. . Acreditamos que se todos os animais forem chipados existe uma maior chance dos bichos perdidos voltarem para casa, diminuindo os índices de cães abandonados e acidentados”.

Um chip não é um GPS, e os donos não se podem esquecer de levar a documentação à respectiva Junta de Freguesia para que a mesma proceda à inserção dos dados.

A implantação de chips acontece desde 2008, visando atender a lei da posse responsável de animais, criada em 2005.

Estamos encaminhando um Ofício a PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES ,para que disponibilizem esse micro-chip para a população ou para a Ongs.

Cachoeiro de Itapemirim-ES esta atrasada 5 anos na causa animal.Mas a ACACI esta lutando para reverter esse quadro.


COMPARTILHEM ESSA INFORMAÇÃO!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Informar sem manipular, difamar ou intoxicar





O direito ao bom nome e a presunção da inocência até condenação em tribunal — ou, no caso de uma investigação própria do jornal, até prova absolutamente indiscutível — são escrupulosamente garantidos nas páginas do PÚBLICO. Importa, por isso, ponderar sempre com a Direcção esse equilíbrio difícil entre informar e não manipular, difamar ou intoxicar.

1. A honra, a dignidade e a reputação de pessoas individuais e colectivas devem ser escrupulosamente respeitadas nas páginas do PÚBLICO. Todos os temas que envolvam aspectos desta natureza reclamam previamente uma investigação própria muito cuidada, prudente e imparcial. Está em causa, no mínimo, o direito à imagem de pessoas individuais ou colectivas.
O PÚBLICO só deve trazer para as suas páginas, com nomes e fotografias, os casos que tenham sido investigados concludentemente. Por isso, não basta a identificação da fonte de informação nem o simples registo da resposta da parte acusada para se evitar cair na calúnia, na difamação ou na instrumentalização do jornal por esta ou aquela campanha. É preciso que, para além dos anteriores requisitos, o assunto e/ou as pessoas nele envolvidas tenham relevância noticiosa.
Por outro lado, a boa-fé e a lisura e transparência dos processos utilizados pelo jornalista devem ser claros e indiscutíveis.

2. As referências fulanizadas em textos que tenham uma componente ficcional (crónica humorística, por exemplo) não podem envolver matéria gravosa para o bom nome e a imagem pública de pessoas ou instituições. Os ajustes de contas ou os ressentimentos pessoais não são pretextos admissíveis.

3. O prestígio e a imagem profissional, científica, técnica, artística, desportiva, empresarial, comercial ou política são um valor e um direito garantidos no PÚBLICO. Todas as referências a situações desprestigiantes ou desfavoráveis — por exemplo: questões de corrupção, inquéritos, processos administrativos, disciplinares, fiscais ou outros; controvérsias profissionais, acusações pessoais, políticas, sindicais, corporativas, etc.; reveses empresariais, políticos, comerciais ou de idêntica natureza, individual ou colectiva — devem ser rigorosamente sustentadas, pois provocam sempre danos e prejuízos irreparáveis às pessoas ou entidades envolvidas. Cf. Difamação, em Fichas da Lei, e Objectividade, em Alfabeto do PÚBLICO.
Não basta a identificação do acusador para isentar o jornal e o jornalista do crime de difamação e calúnia. Um exemplo eticamente condenável, independentemente do seu sancionamento penal: "Segundo fulano tal, sicrano, vulgo ‘o merdas’, é um bandido, um vigarista... do pior que há."
Um trabalho mal elaborado, distorcido ou irresponsável sobre uma determinada actividade, empresa ou organismo pode ter efeitos desastrosos.

4. Os casos de natureza militar, política, ideológica ou partidária, como também os de ordem económico-financeira, prestam-se a frequentes campanhas de manipulação e desinformação pura. Os jornalistas do PÚBLICO garantirão sempre o recurso aos indispensáveis mecanismos da objectividade: pluralidade das fontes, investigação, ausência de ideias preconcebidas, abertura a situações inesperadas e a perspectivas novas, contraditórias ou não com as convicções de cada jornalista.
Um diplomata americano é acusado pela CIA de pertencer na altura o KGB, ou vice-versa: como distinguir a notícia da contra-informação? As vitórias militares anunciadas pelo lado A são seguras ou actos de mera propaganda contra o lado B?
A chamada "guerra do leite", em Portugal, levou a que um caso de auto-envenenamento de uma adolescente, com 605 Forte misturado numa embalagem da Parmalat, fosse seguido quase durante uma semana nos jornais e no audiovisual segundo uma única óptica: a sabotagem económica, por parte da concorrência nacional. Até a Polícia Judiciária revelar a confissão da jovem que pretendeu com o gesto "chamar a atenção dos pais", envolvidos em frequentes discussões, nem uma vez alguém, dos muitos que escrevemos e falámos do assunto mais palpitante desses dias, levantou sequer a hipótese de um incidente pessoal. Prevaleceu, desde o início, a tese mais especulativa e sensacionalista, com a agravante da devassa posterior da vida privada de uma menor e da sua família.

5. Os casos históricos de controvérsia recente ou com forte componente político-ideológica requerem a mesma prudência quando se tornam objecto de investigação jornalística. Faltou esse cuidado, por exemplo, quando uma televisão abordou o caso do assassínio do general Humberto Delgado — acolhendo uma longa entrevista-defesa do filho do assassino confesso, sem que essa versão fosse devidamente contraditada ou contraposta com a verdade dos factos já transitados em julgado.

6. Os casos judiciais ou ainda em fase de investigação policial (ou de outro âmbito minimamente controverso) devem ser tratados com a máxima precaução e distanciamento da origem das acusações. Cf. Fichas da Lei.
Na Suécia, por exemplo, a imprensa abstém-se pura e simplesmente de divulgar nomes e fotos de quem ainda não estiver a cumprir pena. Nos Estados Unidos, vigora uma tradição mais flexível: identificam-se as pessoas, mas sempre com especiais cuidados na defesa dos direitos dos acusados.
Em resumo:
a. O tratamento de factos do foro criminal deve ser sóbrio e distanciado, segundo critérios de inequívoco interesse jornalístico e recusando o sensacionalismo.
b. Nenhuma notícia, título ou legenda deve confundir a suspeita com a culpa. E, mesmo nos casos de detenção de suspeitos, a sua identidade nunca deve ser revelada ou minimamente insinuada (por exemplo, com a divulgação do apelido ou de outros dados aproximativos) enquanto a investigação do PÚBLICO não tiver recolhido dados concludentes ou enquanto as averiguações da polícia não tiverem conduzido a uma acusação formal e indiscutível.
Há casos mesmo que desaconselham, pura e simplesmente, a identificação dos acusados. Por exemplo: "PJ desvenda burla informática inédita: detidos dois jovens." Não é possível ouvir os detidos, mas a polícia "passa" as suas identidades e os pormenores da história, com repercussões internacionais. Estampar os nomes (e as fotos) dos dois jovens seria conferir todo o crédito a uma parte quando não houve a possibilidade de ouvir a outra.

7. Normas práticas:
a. Qualquer informação desfavorável a uma pessoa ou entidade obriga a que se oiça sempre "o outro lado" em pé de igualdade. Só em casos excepcionais, e após autorização da Direcção, se pode contrariar o princípio da equidade.
Por exemplo: tendo em conta o impacte de uma notícia e a segurança quanto aos dados recolhidos, a inadiabilidade absoluta da informação ou a recusa frontal da(s) parte(s) acusada(s) em prestar declarações. Esgotadas todas as possibilidades de se ouvir a versão contrária, deve constar no texto a explicação dos motivos. Quanto mais específica puder ser a explicação, melhor: horários em que "o outro lado" foi procurado, quem ficou com as mensagens, etc. O PÚBLICO voltará sempre ao assunto até ao seu completo esclarecimento.
b. Todas as pessoas sob acusação criminal não provada são sempre tratadas como "acusadas" ou "suspeitas".
CertoErrado
  
José Campos, acusado de ter raptado...José Campos, raptor de...
  
c. Nas reportagens de julgamentos ou em trabalhos similares, a palavra "confissão" só pode ser utilizada se resultar de um depoimento prestado em audiência formal do tribunal pelo réu ou pelo seu defensor. Nada do que vem da polícia, da acusação ou que possa ser recolhido pelo próprio jornalista deve ser apresentado como confissão. As pessoas na condição de acusados "relatam", "declaram", "contam" ou "explicam". Deve evitar-se também expressões como "admitem" ou "reconhecem". Assim como "diz-se" ou "sabe-se".
d. O "assassino confesso" não o é apenas porque a polícia o diz e a acusação o deseja. É preciso também que se prove em tribunal.
e. Nunca se deverá utilizar a expressão "alegado criminoso" relativamente a uma pessoa não condenada. O tribunal pode vir a considerar a sua acção como legítima defesa. Um "alegado burlão" também pode vir a ser considerado inocente. Como também não há "alegados subornos". Um caso de corrupção sustentado de forma negligente pela investigação jornalística será sempre um caso de mau jornalismo e constitui matéria punível por difamação.
f. Os textos sobre julgamentos devem relatar com precisão os procedimentos judiciais a que fizerem referência. Os depoimentos da defesa e da acusação devem merecer igual tratamento.
A cobertura de julgamentos deve respeitar as duas versões que estão em confronto — acusação e defesa. Facilmente se pode cair na tentação de privilegiar a acusação, tanto mais que é normalmente aí que se encontram os elementos mais espectaculares de uma sessão ou de um processo. Mas deve encontrar-se a forma de não deixar nunca de dar a perspectiva da defesa. Recusar sempre que a cobertura de um julgamento deixe transparecer uma versão dos factos a que o jornalista e/ou o jornal tenham aderido.
A polícia — ou qualquer outra parte litigante — está interessada em acusar, com ou sem provas indiscutíveis. O jornalista, movido apenas pelo interesse de informar, deve recusar por princípio influenciar negativamente a imagem pública dos acusados, quase sempre sem hipóteses de se defenderem.
g. As pessoas sob acusação judicial ou acusadas por outrem devem ter a oportunidade de responder às acusações. Toda a história tem mais do que uma versão: por isso, nenhum texto com acusações criminais deverá ser publicado enquanto não forem esgotadas todas as possibilidades de se ouvir a parte acusada. As peças terão que ser feitas em função desse cruzamento de informações e nunca na perspectiva ou no interesse da fonte da origem. Cf.Segredo de justiça, em Fichas da Lei.
Se o repórter encarregado de cobrir um crime ainda não julgado descobre que o réu comprou uma arma dias antes do acto de que é acusado ou que um investigador, como muita vezes acontece, revela factos que concorrerão contra os interesses do réu, a divulgação desses indícios não deverá, evidentemente, esperar pela realização do julgamento. Se um jornalista chegasse, por hipótese, à posse do diário do assassino da Marinha Grande (1987), não esperaria obviamente pela leitura da sentença para revelar o documento. Em todas as circunstâncias, porém, deverão ser sempre observados os princípios de rigor e ausência de sensacionalismo no tratamento destas matérias.
h. Antes da condenação em tribunal deve ser cuidadosamente ponderada a divulgação, por via da polícia ou de qualquer outra parte envolvida no processo, de elementos não essenciais que possam influenciar negativamente a imagem pública dos acusados, normalmente sem hipóteses de se defenderem. O PÚBLICO recusa participar em campanhas de descrédito e contra-informação, lesivas dos direitos da defesa.
i. Em todas as circunstâncias, o PÚBLICO revela, apura, divulga; jamais denuncia. O jornal regista acusações de terceiros, mas garante sempre aos acusados o direito de exporem os seus pontos de vista em pé de igualdade com os acusadores e só publica essas acusações quando delas obtém provas ou quaisquer outros elementos que o convençam da sua veracidade irrefutável.
j. Erros ou confusões na referência a nomes e moradas de pessoas detidas podem resultar numa acção de pura injúria. A identificação pessoal deve ser completa e respeitadora da dignidade individual. Não se aceitam expressões depreciativas ou injuriosas dos autos policiais, tipo "o Chagas" ou "o Muleta Negra". O recurso a uma alcunha para identificar uma personagem só é admissível quando for essencial à sua caracterização. Cf. Direito à imagem, em Alfabeto do PÚBLICO e Fichas da Lei.
l. Não se identificam menores até 18 anos envolvidos em crimes ou em quaisquer actos de que lhes possam advir problemas de carácter pessoal, social ou outro.
Mesmo com figuras públicas, os tribunais americanos protegem o mais possível as crianças. Fazendo até prevalecer esse direito sobre qualquer outro. Foi o que se passou no célebre caso de Woody Allen, acusado por Mia Farrow do crime de abuso sexual contra a filha adoptiva do casal. O procurador do estado do Connecticut, Frank Maco, recusou a abertura de qualquer processo judicial — apesar das dúvidas manifestadas sobre a inocência do cineasta. Isto é, apesar do chamado princípio da busca da verdade, pareceu-lhe mais importante pôr a criança a coberto de obrigações judiciais "potencialmente traumatizantes, sobretudo o testemunho perante o tribunal".
m. No PÚBLICO não se faz discriminação sexual ou racial. A cor da pele do suspeito de um crime nunca deve merecer relevância noticiosa, salvo quando subsistirem óbvias implicações raciais. Cf. Casos de violação da privacidade, em Privacidade e Responsabilidade.
n. Nos casos vertentes ou similares, consultar sempre as Fichas da Lei.
O quadro de referências descrito nos pontos anteriores não diminui nem limita a disponibilidade do PÚBLICO para o tratamento de questões delicadas ou controversas no plano criminal. Pelo contrário, valoriza a investigação própria e responsabiliza a acutilância jornalística — tanto mais necessária quanto estiverem em causa figuras com responsabilidades públicas, nomeadamente se houver uma óbvia contradição entre os valores defendidos por essas figuras e o seu comportamento social. Uma das funções primordiais do jornalismo é exigir transparência e coerência aos actores da cena pública.


Fonte:http://static.publico.pt/nos/livro_estilo/07-informar-m.html

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

ANIMAIS NA RUAS


Constantemente venho sendo abordada sobre esta questão:
"Na minha rua tem muitos cães abandonados,o que devo fazer?"

Bem em primeiro lugar devo esclarecer que não recolhemos TODOS os animais que estão nas ruas.Em segundo lugar quero saber o motivo desses animais nas ruas incomodar tanto este morador.
Jamais iremos recolher um animal apenas porque um "ser" sem escrúpulos o quer longe de sua casa.Embora tenho certeza que todos animais que resgato são vítimas desse mesmo tipo de "cidadão".
Em muitas cidades existe o que chamamos de" animais comunitários".Nestes locais os animais convivem livre e harmoniosamente com os moradores.
Embora sejam cidades pacatas de interior com moradores sem recursos financeiros (pobres),parecem estar mais evoluídos do que muitos que se consideram cidadão "letrado" e com cultura na nossa cidade.
Os animais são seres que já estavam aqui nesse planeta e tem direito a ele assim como nós.
Não vejo motivos para tanto ódio ou desprezo por seres tão amáveis e carinhosos.
Um cachorro amará o dono e será fiel a ele por toda sua vida.A unica coisa que ele pede em troca é alimento.
Mas muitos seres repugnantes que existes na sociedade acham que eles são sujos e transmitem doenças e por isso não querem eles nas ruas.
Veja bem,as doenças mais conhecidas de cachorros que são contagiosas são poucas.
Já os humanos além de transmitir diversas doenças(gripe,aids.dsts,pneumonia,etc...)ainda são os principais transmissores do preconceito contra os animais.
Penso que pessoas que não gostam de animais não gostam de si mesmas e levam uma vida frustrada.
Elas não tem bom caráter.
Quem comete crimes contra animais também podem cometer contra humanos.Pois a atitude criminosa é a mesma.
Voltando a pergunta inicial,darei alguma dicas de como AJUDAR em caso de animais abandonados na sua rua em qualquer outro local.

.Dê água e comida ao animal.

.Verifique se esta ferido ou doente.Se estiver, consiga ajuda veterinária com urgência.

.Dê lar temporário/definitivo ou procure adotantes para o animal.

.Tire fotos e divulguem redes sociais pedindo ajuda(minha página esta a disposição).

.Em caso de filhotes é necessário resgatar com urgência.

.Após regatar ,ligue para abrigos ou entidades de proteção e veja se alguém tem vagas para o animal.

.Ajudem as entidades com doações mensais,pois sem ajuda elas não podem funcionar e ajudar os animais abandonados.

.Pague castrações para animais que estão em lar temporário ou em abrigos.


Atitudes como esta podem mudar muitas realidades!












































E não se esqueçam que a ACACI é uma entidade que protege os ANIMAIS e não gente folgada que quer tirar animais das ruas por preconceito.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

COMO AGIR EM CASO DE ANIMAIS ABANDONADOS EM DOMICÍLIOS


ORIENTAÇÃO DO DR. DANIEL LOURENÇO COM 
REFERÊNCIA A CASOS DE ANIMAIS ABANDONADOS 
EM RESIDÊNCIAS 

Prezados,
Esta situação de abandono de animais dentro de casas/apartamentos é
infelizmente muito comum e, ao mesmo tempo, lamentável.
O ideal, em termos de solução prática do problema, é tentar ir ao local e
conversar com funcionários do condomínio e vizinhos com a finalidade de
obtenção do telefone dos moradores para explicar a situação emergencial
decorrente do abandono dos animais e, com isso, buscar uma solução
consensual. O consentimento do morador, autorizando a entrada na
residência é a melhor solução, pois rompe qualquer possibilidade de
caracterização do crime de invasão de domicílio. Neste caso, o ideal seria
registrar essa autorização para entrada em domicílio  por escrito e realizar
a entrada na presença de funcionários do
condomínio/vizinhos/testemunhas para evitar qualquer alegação futura
de dano à propriedade.
No entanto, no mais das vezes, infelizmente isto não é viável seja pela não
obtenção do contato, seja pelo descaso dos moradores.

FUNDAMENTAÇÃO DO ABANDONO COMO CRIME PERMANENTE:
O abandono de animais constitui evidentemente fato típico punível pelo art.
32 da Lei n. 9.605/98, pois constitui ato de abuso, privado que fica o
animal (ou animais) do acesso à alimentação e demais cuidados. O
abandono é considerado crime quando quem o pratica deixa sem auxílio
ou proteção (desamparado), o animal a quem tem o dever, diante da lei,
de amparar. Quando se abandona um animal que está sob seu cuidado,
guarda, vigilância ou autoridade, e, por qualquer motivo, a situação o
deixa incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono, o fato
típico está plenamente configurado na modalidade abusiva.
No caso específico do Estado do Rio de Janeiro, temos a Lei Estadual n.
4.808/06 que corrobora o fato de ser o abandono um ato ilícito em razão
do descumprimento dos deveres de cuidado decorrentes da guarda de animal, nos termos do seu art. 16: “Na manutenção e alojamento
de animais deverá o responsável: I -Assegurar-lhes adequadas condições
de bem-estar, saúde, higiene, circulação de ar e insolação, garantindo-lhes
comodidade, proteção contra intempéries e ruídos excessivos e
alojamento com dimensões apropriadas ao seu porte e número,de forma
a permitir-lhes livre movimentação; II - Assegurar-lhes alimentação e água
na freqüência, quantidade e qualidade adequadas à sua espécie, assim
como o repouso necessário; III - Manter limpo o local em que ficarem
os animais, providenciando a remoção diária e destinação adequada de
dejetos e resíduos deles oriundos; IV - Providenciar assistência médicoveterinária; V - Evitar que sejam encerrados junto com outros animais que
os aterrorizem ou molestem; VI - Evitar que as fêmeas procriem
ininterruptamente e sem repouso entre as gestações, de forma a prevenir
danos à saúde do animal.”

CARACTERIZAÇÃO DA SITUAÇÃO FLAGRANCIAL:

Neste sentido, enquanto
perdurar a situação de abandono, o crime está em andamento (crime é
tido como crime permanente – o abuso está sendo cometido com a
situação do abandono e dela decorre), possibilitando a caracterização do
flagrante delito. De acordo com o art. 302 do Código de Processo Penal,
“considera-se em flagrante delito quem: I - está cometendo a infração
penal; II - acaba de cometê-la; III - é perseguido, logo após, pela
autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça
presumir ser autor da infração; IV - é encontrado, logo depois, com
instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor
da infração. O art. 303, também do Código de Processo Penal estabelece
claramente que “nas infrações permanentes, entende-se o agente em
flagrante delito enquanto não cessar a permanência”, como é o caso do
abandono de animais com privação de condições mínimas de subsistência,
ou seja, os moradores que abandonam os animais incorrem na situação
descrita no art. 302, inciso I do Código de Processo Penal, cumulado com
o art. 303 do mesmo diploma legal.
Paralelamente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 5º, inciso XI,
determina que “a  casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela
podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de
flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia,
por determinação judicial”. No mesmo sentido, o art. 150, § 3º, II, do
Código Penal afirma que não constitui crime “a entrada ou permanência
em casa alheia ou em suas dependências: II - a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o
ser. Segundo os §§4º e 5º do mesmo dispositivo, “a expressão "casa"
compreende: I - qualquer compartimento habitado; II - aposento ocupado
de habitação coletiva; III - compartimento não aberto ao público, onde
alguém exerce profissão ou atividade. Não se compreendem na expressão
"casa": I - hospedaria, estalagem ou qualquer outra habitação coletiva,
enquanto aberta, salvo a restrição do n.º II do parágrafo anterior; II -
taverna, casa de jogo e outras do mesmo gênero”.

SOLUÇÕES PRÁTICAS:

Com base na fundamentação acima exposta,
teríamos 4 alternativas básicas para ajudar os animais e situação
emergencial (expostas em ordem de preferência):

(a) Solução consensual acima exposta;

(b)Requerer à autoridade judicial a expedição de mandado de busca e
apreensão domiciliar dos animais abandonados com base no fato
de constituir o abandono fato típico punível pelo art. 32 da Lei n .
9.605/98 (no pedido de expedição do mandado, explicitar quem
ficará como fiel depositário dos animais – normalmente, o próprio
requerente, pessoa física ou ONG); De acordo com o art. 243 do
Código de Processo Penal, o mandado de busca deverá: I - indicar, o
mais precisamente possível, a casa em que será realizada a
diligência e o nome do respectivo proprietário ou morador; II -
mencionar o motivo e os fins da diligência;III - ser subscrito pelo
escrivão e assinado pela autoridade que o fizer expedir.

(c) Entrar em contato com o Ministério Público e/ou a autoridade
policial com a finalidade de solicitar seja realizada diligência
emergencial no sentido de interrupção do crime em andamento.
Esta alternativa, como bem se sabe, dependerá da sensibilização do
membro do Ministério Público e/ou da autoridade policial. A
autoridade policial, com base no flagrante delito, poderá entrar na
residência, cumprindo seu dever legal de interrupção do fato típico
(art. 23, inciso III, do Código Penal). O ideal é que o arrombamento
seja feito por chaveiro na presença da autoridade policial para que
não seja caracterizado qualquer dano à propriedade alheia. No final
da diligência, fazer constar do boletim de ocorrência ou do
inquérito criminal porventura instaurado a narração do fato e quem
ficou como depositário dos animais apreendidos. É sempre
recomendável a presença de testemunhas

. (d)A terceira alternativa, menos recomendável, mas viável, seria o
próprio cidadão, com base na ocorrência do crime, e da
caracterização da situação flagrancial, providenciar o
arrombamento da porta (sempre ideal por meio de chaveiro) e
entrar na residência para salvar os animais em situação de
abandono. Esta situação, estará amparada pelo estado de
necessidade, que é uma excludente de ilicitude, prevista pelo artigo
23 do Código Penal (“não há crime quando o agente pratica o fato: I
- em estado de necessidade; II - em legítima defesa;  II - em estrito
cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito). É
claro que nesta situação quem entra fica mais “vulnerável”.
Portanto, é sempre bom documentar a entrada o mais fartamente
possível na presença de testemunhas.
Espero ter colaborado para elucidar as medidas possíveis nesta delicada e
triste situação.


Atenciosamente,
Daniel Lourenço.
daniel@lourenco.adv.b


Fonte:http://www.ogritodobicho.com/2010/08/o-que-fazer-animais-abandonados-em.html

domingo, 20 de janeiro de 2013

SOLIDARIEDADE E GENEROSIDADE


Muitas pessoas tem preconceito ou receio na hora de fazer uma doação para protetores de animais  ou entidades.
Já ouvi muitos dizendo:"eu só ajudo os animais".
Bem,quem tem tal atitude preconceituosa  contra a parte humana da causa animal é bem incoerente e contraditório.
Pois é essa parte humana que faz  todo o trabalho de ajuda aos animais.
Pense bem antes de dizer:"eu só faço doação de ração,pois o dinheiro pode ser usado para outros fins".
Os protetores são quem mais faz doações aos animais.Eles doam suas vidas,suas casas,sua horas de lazer,etc...
Então por qual motivo não merecem receber ajuda,doações ou presentes ?
Melhor rever seus conceitos!
Quando se faz doações a intenção é ajudar,então que ajude também a quem protege e cuida.
É claro que isso não se aplica a todos.Existem na causa animal os chamados oportunistas.
São pessoas que usam causa animal para ganhar dinheiro,mas não cuidam de animais.
Antes de fazer doações procure conhecer o protetor ou entidade.
Conheça o trabalho através de fotos,vídeos,reportagens e depoimentos de outras pessoas que já colaboram.
Em geral os protetores e entidades sérias fazem prestações de contas e isso é o que gera credibilidade e confiança,pois mostra onde foi o valor arrecadado.
Como protetora e dona de entidade de proteção animal ,posso afirmar com segurança que os valores arrecadados nunca conseguem suprir todas as despesas dos animais.
A vida pessoal do protetor sempre fica prejudicada e  faltam tempo e dinheiro para cuidar da própria saúde.
Por isso, pensem bem e ajudem também aos protetores.
Doem valores em dinheiro para que possam melhor usa-lo em suas necessidades mais urgentes.

Abaixo segue um exemplo de despesas que  teriam de ser gastas caso não existissem os protetores:

(45 animais)
Veterinário: R$100,00 por dia (valores de um profissional par aplicar medicamentos,injeções,etc.)
Internação e cuidados: R$30,00 por dia (é o valor que seria cobrado para abrigar e cuidar do animal)
Serviço de limpeza: R$25,00 por dia (valor referente ao pagamento de um funcionário,salário mínimo sem encargos).
Assistência social: R$1.500.00 mensais   (trabalho realizado em comunidades,redes sociais e meios de comunicação)
Despesas com ligações para veterinários e outros necessários para ajudar os animais:R$60,00 mensais
Material de limpeza: R$120,00 mensais.
Despesas com tarifa de água:R$90,00 mensais.
Despesas com alimentação: R$600,00 mensais

Total:R$6.520,00

A despesa de cada animal é cerca de R$145,00 mensais(média).

Esses são valores materiais,pois amor carinho e dedicação não tem preço!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

PROJETO CEREIAS - CENTRO DE ESTUDOS E REINTRODUÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS



  • O Cereias - Centro de Reintrodução de Animais Selvagens - localizado em Barra do Riacho, Município de Aracruz (ES), foi fundado pela Aracruz Celulose em parceria com o IBAMA em 1993.

    Com a finalidade de reintroduzir em seu habitat os animais apreendidos pelo IBAMA e a Polícia Ambiental ou doados por particulares, o centro tem importante papel na conservação da biodiversidade, no combate ao tráfico ilegal da fauna brasileira e na conscientização ambiental. 

    Os animais apreendidos e encaminhados ao Cereias recebem atendimento veterinário, alimentação apropriada em espaço físico adequado até que possam voltar à natureza. Desde sua fundação o Cereias já recebeu quase 73 mil animais, 77% já retornaram à natureza, 2% foram transferidos para outros estados, 19% não resistem aos maus tratos sofridos e chegam a óbito e 2% estão em recuperação atualmente no Centro.

    Considerado como referência nacional por sua estrutura o Cereias também desenvolve programas de pesquisa em conjunto com universidades nas áreas de biologia de espécies ocorrentes no estado do Espírito Santo, medicina veterinária preventiva para animais selvagens, métodos de reintrodução de espécies e ecologia da fauna selvagem reintroduzida.

    A Gafor é parceira desta ONG desde outubro de 1999.

    Para mais informações acesse o site www.cereias.com.br ou pelo telefone: (27) 8115-6052.

    Fonte:http://www.gafor.com.br/site/gafor/pt/responsabilidade_social/responsabilidade_social_detalhes_441.aspx

    IMAGENS DO PROJETO


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

ENTREVISTA NA RADIO TUPI am 1590 (REDE SIM)


Hoje dia 17/01/2013 ,demos o passo inicial em nosso trabalho de conscientização junto a população da cidade.Nossa primeira entrevista de rádio feita pelo radialista Antonio Geraldo teve cerca de 30 minutos e com participação do publico.
Questões como abandono de animais,ccz,saúde a questão dos animais comunitários foram discutidas.
Agradeço a REDE SIM pelo grande apoio a causa animal e também ao Antonio Geraldo e seu auxiliar Marcelus por esta oportunidade.
Aproveito para deixar a nossa entidade a disposição da REDE SIM,para entrevistas ,esclarecimentos sobre a causa animal a população de cachoeiro de Itapemirim-ES e todo sul do estado.








quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

RESGATE NO INDEPENDÊNCIA



A pedido do André, fomos até a pracinha do bairro Independência resgatar esse pobre gatinho.
Ele é macho,aparenta ter 3 meses e esta gordinho.
Ele ja esta junto com os novos irmãos.
O regate foi feito por mim e pela nova geração de protetores de animais.
Fomos a pé e voltamos de ônibus.





















terça-feira, 15 de janeiro de 2013

TATUZA ANTES E DEPOIS

07/12/2012

Tatuza foi resgatada num bairro onde tem esgoto a céu aberto



















Não tinha pêlos e se coçava muito


























 Nós a resgatamos e com a ajuda de amigos do Facebook,conseguimos os valores para pagar o veterinário,o tratamento e os medicamentos.















Ela pedia socorro
Fizemos o exame de sangue para constatar aquilo que já sabíamos.
















Uma boa ração,banhos e remédios





















Ela e sua irmã adotiva que sofreu maus tratos e também tinha problemas nos pêlos



















Aos poucos os pêlos vão nascendo de novo
























Ela se tonou feliz,pois se sentiu amada e protegida





















Vídeo dos cuidados da Tatuza





Bem alimentada e com os banhos e remédios,em pouco tempo já dava para notar as diferenças

Janeiro de 2013




























Quem viu,nem acredita que é a mesma cadelinha.

POLICIA AMBIENTAL RECOLHE GAMBÁ RESGATADO PELA ACACI

AGRADECIMENTO

Agradecemos ao Sto. Marcos e a Polícia Ambiental por recolher o gambá resgatado ontem.
Apesar de toda demanda de ocorrências, eles vieram recolher o animal.
Embora seja atribuição do IBAMA o recolhimento de animais, o Sto. Adão atendeu o nosso pedido e prontamente enviou a viatura.
O gambá agora poderá viver em segurança em local longe da área urbana.

Agradeço a todos da Polícia Ambiental!